domingo, novembro 02, 2008

Fechem a porta!!!!

Nós não somos iogurtes!

quinta-feira, setembro 25, 2008

A Rentrée

E pronto. Lá se passou o Verão.
Já não há lugar para estacionar, cadeiras na esplanada, mesa à meia-noite...
É a rentrée tropicaleira.

Os mais atentos já notaram: chegaram os caloiros! E as caloiras!
Não só os da Universidade, mas os cá do café também.


Por isso, pergunto aos olheiros de serviço:

Que tal as vistas?
Novos agentes para o frick'o'set em vista?
Detectam potencial?



Aguardo os relatórios.
Over and out.

sábado, julho 26, 2008

Alvíssaras!




Vamos lá a isto, então!
Aceitam-se apostas! Dão-se alvíssaras!

Afinal...

Quem és tu, Académico Voyeur?!

:-)

segunda-feira, junho 23, 2008

Quanto ao Euro...

... ficamo-nos pelas fotos das vitórias de Portugal.
Sou como o Cristiano Ronaldo: não gosto de perder.

terça-feira, junho 17, 2008

Chegou a crise!


Esse foi, pelo menos, o argumento dos fornecedores de cerveja: com a crise dos combustíveis são obrigados a aumentar o preço.
E pronto! Lá está a
cerveja a 1,20€!
Segundo Mr. Ron, o aumento só chega agora porque compraram um carregamento extra, que tem estado guardado na garagem e permitiu que a subida da inflação só atingisse a clientela tropicaleira passado um mês.
Enfim... Sinais dos tempos?...

domingo, junho 15, 2008

Fotos do Euro - versão revista e melhorada


Design by Ogata T3tsuo
Bem melhor, hã?! ;-)

quinta-feira, junho 12, 2008

República Checa 1 - Portugal 3



Portugal 2 - Turquia 0




Foi o que se conseguiu arranjar. Para primeira experiência no photoshop até nem está mal de todo. Pode ser que as próximas fiquem melhor. Tal como o jogo... ;-)

segunda-feira, maio 26, 2008

Breaking News

Já temos wi-fi no café.
É só pedir a palavra-passe ao balcão.

segunda-feira, maio 05, 2008

quarta-feira, abril 02, 2008

Primavera

Chegou o Sol. Os Coimbrinhas, os estudantes, os professores, os trabalhadores... saem à rua e enchem as esplanadas. A nossa também.

quinta-feira, março 06, 2008

Welcome back!

O relógio já veio do conserto, mas agora é preciso ter cuidado: dar corda devagarinho, nada de correrias e emoções fortes.

Foi um grande susto, mas o João está de volta.

Sejas bem-vindo!

terça-feira, fevereiro 19, 2008

desabafo ao enésimo episódio

«-- quero pagar o que falta [2 cervejas e meia empalhada]
-- 2,80 (dois e oitenta)
-- mas o meu colega acabou de pagar meia empalhada [3 segundos antes]
-- ah, 2,60 (dois e sessenta)»

conclusão:
1 empalhada = 0,60
1/2 empalhada = 0,40

é triste num café onde se vai há anos de olhos fechados ter de pagar de olhos abertos...

sábado, fevereiro 09, 2008

a minha seita é outra

então agora que temos um potente *cof* *cof* exaustor, podemos instituir a moda da flatulência-depois-da-bica, ou tenho que me enfiar no casino da Figueira?

sexta-feira, fevereiro 08, 2008

Viva o exaustor!

Graças ao exaustor, fumadores e não-fumadores já há uns dias partilham, em amena convivência, as mesas do café do costume.
Uns porque podem fumar o seu cigarrinho com o café, cervejola, licor, chá ou laranjada.
Ambos porque já não correm o risco de morrer intoxicados.

E viva o exaustor!

terça-feira, janeiro 08, 2008

Chutem-me o rabo à vontade

Hoje ia mandar a piada, que ia ao Tropical (antes de ir ao Artes Jah Nasce) para poder respirar um pouco de ar puro, mas acabou-se o saldo do telemóvel.

Vocês sabem a pena que me dão os fumadores, a sério, é quase tanta quanto a compaixão que este corpinho sentia quando tinha de fugir para a rua, só e desamparado, com os olhos a arder e a catarrar para o gelo da noite.

Bom, e para rematar em beleza este lindo post, ouvi falar num regresso dos fabulásticos Tu Metes Nojo, dia 15 de Fevereiro no Ar D'Rata, que vos parece, caro público nojento? Viver a míticose do antigamente, hã, hã?

quarta-feira, janeiro 02, 2008

Proibido Fumar!!



Apesar de todas as notícias darem conta da intenção de fazer do Tropical um café para fumadores, aí estão os autocolantes vermelhos, a proibição e o ar puro já instalados.

Ao que parece, Mr. Big Boss mudou de ideias na segunda-feira depois de contactar os responsáveis da Associação Comercial e Industrial de Coimbra.
A visita até tinha por objectivo a recolha de autocolantes azuis (para fumadores).
Mas, ao ser avisado dos perigos de se sentir o cheiro a cigarro nas instalações, conferindo a qualquer cliente mais insatisfeito o direito de fazer um telefonema e efectuar a denúncia, e mediante o elevadíssimo risco de ser obrigado a pagar a respectiva coima, Mr. Big Boss trouxe os autocolantes vermelhos. E foram estes que foram colados nas paredes e nas portas. Já nem sequer há cinzeiros nas mesas!

É proibido fumar no Tropical.

P.S.: Já foi proposta a instalação de um aquecedor a gás na esplanada, mantendo-se os guarda-sóis abertos todo o dia para criar, na esplanada, um local de fumo com um mínimo de conforto. Veremos...

segunda-feira, dezembro 24, 2007

Ho! Ho! Ho!

Feliz Natal e um Ano Novo pleno de sucessos!

sexta-feira, dezembro 14, 2007

See what I mean?...

Eles estão doidos!

Por António Barreto

Publico 25.11.07


A MEIA DÚZIA DE LAVRADORES que comercializam directamente os seus produtos e que sobreviveram aos centros comerciais ou às grandes superfícies vai agora ser eliminada sumariamente. Os proprietários de restaurantes caseiros que sobram, e vivem no mesmo prédio em que trabalham, preparam-se, depois da chegada da "fast food", para fechar portas e mudar de vida. Os cozinheiros que faziam a domicílio pratos e "petiscos", a fim de os vender no café ao lado e que resistiram a toneladas de batatas fritas e de gordura reciclada, podem rezar as últimas orações. Todos os que cozinhavam em casa e forneciam diariamente, aos cafés e restaurantes do bairro, sopas, doces, compotas, rissóis e croquetes, podem sonhar com outros negócios. Os artesãos que comercializam produtos confeccionados à sua maneira vão ser liquidados.


A SOLUÇÃO FINAL vem aí. Com a lei, as políticas, as polícias, os inspectores, os fiscais, a imprensa e a televisão. Ninguém, deste velho mundo, sobrará. Quem não quer funcionar como uma empresa, quem não usa os computadores tão generosamente distribuídos pelo país, quem não aceita as receitas harmonizadas, quem recusa fornecer-se de produtos e matérias-primas industriais e quem não quer ser igual a toda a gente está condenado. Estes exércitos de liquidação são poderosíssimos: têm Estado-maior em Bruxelas e regulam-se pelas directivas europeias elaboradas pelos mais qualificados cientistas do mundo; organizam-se no governo nacional, sob tutela carismática do Ministro da Economia e da Inovação, Manuel Pinho; e agem através do pessoal da ASAE, a organização mais falada e odiada do país, mas certamente a mais amada pelas multinacionais da gordura, pelo cartel da ração e pelos impérios do açúcar.


EM FRENTE À FACULDADE onde dou aulas, há dois ou três cafés onde os estudantes, nos intervalos, bebem uns copos, conversam, namoram e jogam às cartas ou ao dominó. Acabou! É proibido jogar!


Nas esplanadas, a partir de Janeiro, é proibido beber café em chávenas de louça, ou vinho, águas, refrigerantes e cerveja em copos de vidro. Tem de ser em copos de plástico.


Vender, nas praias ou nas romarias, bolas de Berlim ou pastéis de nata que não sejam industriais e embalados? Proibido.


Nas feiras e nos mercados, tanto em Lisboa e Porto, como em Vinhais ou Estremoz, os exércitos dos zeladores da nossa saúde e da nossa virtude fazem razias semanais e levam tudo quanto é artesanal: azeitonas, queijos, compotas, pão e enchidos.


Na província, um restaurante artesanal é gerido por uma família que tem, ao lado, a sua horta, donde retira produtos como alfaces, feijão verde, coentros, galinhas e ovos? Acabou. É proibido.


Embrulhar castanhas assadas em papel de jornal? Proibido.


Trazer da terra, na estação, cerejas e morangos? Proibido.


Usar, na mesa do restaurante, um galheteiro para o azeite e o vinagre é proibido. Tem de ser garrafas especialmente preparadas.


Vender, no seu restaurante, produtos da sua quinta, azeite e azeitonas, alfaces e tomate, ovos e queijos, acabou. Está proibido.


Comprar um bolo-rei com fava e brinde porque os miúdos acham graça? Acabou. É proibido.


Ir a casa buscar duas folhas de alface, um prato de sopa e umas fatias de fiambre para servir uma refeição ligeira a um cliente apressado? Proibido.


Vender bolos, empadas, rissóis, merendas e croquetes caseiros é proibido. Só industriais.


É proibido ter pão congelado para uma emergência: só em arcas especiais e com fornos de descongelação especiais, aliás caríssimos.


Servir areias, biscoitos, queijinhos de amêndoa e brigadeiros feitos pela vizinha, uma excelente cozinheira que faz isto há trinta anos? Proibido.


AS REGRAS, cujo não cumprimento leva a multas pesadas e ao encerramento do estabelecimento, são tantas que centenas de páginas não chegam para as descrever.


Nas prateleiras, diante das garrafas de Coca-Cola e de vinho tinto tem de haver etiquetas a dizer Coca-Cola e vinho tinto.


Na cozinha, tem de haver uma faca de cor diferente para cada género.


Não pode haver cruzamento de circuitos e de géneros: não se pode cortar cebola na mesma mesa em que se fazem tostas mistas.


No frigorífico, tem de haver sempre uma caixa com uma etiqueta "produto não válido", mesmo que esteja vazia.


Cada vez que se corta uma fatia de fiambre ou de queijo para uma sanduíche, tem de se colar uma etiqueta e inscrever a data e a hora dessa operação.


Não se pode guardar pão para, ao fim de vários dias, fazer torradas ou açorda.


Aproveitar outras sobras para confeccionar rissóis ou croquetes? Proibido.


Flores naturais nas mesas ou no balcão? Proibido. Têm de ser de plástico, papel ou tecido.


Torneiras de abrir e fechar à mão, como sempre se fizeram? Proibido. As torneiras nas cozinhas devem ser de abrir ao pé, ao cotovelo ou com célula fotoeléctrica.


As temperaturas do ambiente, no café, têm de ser medidas duas vezes por dia e devidamente registadas.


As temperaturas dos frigoríficos e das arcas têm de ser medidas três vezes por dia, registadas em folhas especiais e assinadas pelo funcionário certificado.


Usar colheres de pau para cozinhar, tratar da sopa ou dos fritos? Proibido. Tem de ser de plástico ou de aço.


Cortar tomate, couve, batata e outros legumes? Sim, pode ser. Desde que seja com facas de cores diferentes, em locais apropriados das mesas e das bancas, tendo o cuidado de fazer sempre uma etiqueta com a data e a hora do corte.


O dono do restaurante vai de vez em quando abastecer-se aos mercados e leva o seu próprio carro para transportar uns queijos, uns pacotes de leite e uns ovos? Proibido. Tem de ser em carros refrigerados.


TUDO ISTO, como é evidente, para nosso bem. Para proteger a nossa saúde. Para modernizar a economia. Para apostar no futuro. Para estarmos na linha da frente. E não tenhamos dúvidas: um dia destes, as brigadas vêm, com estas regras, fiscalizar e ordenar as nossas casas. Para nosso bem, pois claro.


«Retrato da Semana» - «Público» de 25 de Novembro de 2007

quinta-feira, dezembro 13, 2007

Balancete

Já me rendi à mania dos balanços de final de ano, confesso...

Há uns dias, dei por mim a pensar como as coisas têm vindo a mudar no Tropical.
(Já nem falo dos preços, que essa já é uma batalha perdida: é aproveitar enquanto não decidem aumentar a cerveja!)
Temos novo empregado, o Carlos, ou CC e a quem já ouvi tratar pelo nome de um jogador da bola - Cissé. Temos placards na parede. Temos horários fixos e cada vez mais rígidos...
Mas, para mim, o grande sinal de mudança e a maior vitória do staff do nosso Café foi a recente assinatura de contratos de trabalho com o Inglês. Acabaram-se os recibos verdes, o trabalho precário, as comissões, os despedimentos e sucessivas readmissões dos mesmos funcionários de sempre! Com pagamento de Segurança Social, subsídio de férias e de Natal, tudo a que têm direito. Digo eu, em muito boa hora!

Mas 2008 já anuncia novos desafios.
O primeiro, já a partir de 1 de Janeiro: os estabelecimentos vão ter que decidir se se destinarão a fumadores ou a não-fumadores. As últimas informações que temos é que o Tropical vai continuar a permitir o vício, enquanto que os vizinhos do lado, uma vez que servem refeições, terão que proibir o fumo.
E, pergunto eu, será que vamos ter um sistema de exaustão suficientemente eficaz de forma a que as portas do "frigorífico" (as da rua) se mantenham fechadas? Ou vamos todos sufocar ou intoxicar até ao limite? Será que é desta que as tribos se misturam de vez?

E vós? Têm perguntas, considerações, comentários?
Faltam pouco mais de 15 dias para o final de 2007. Podemos começar já a despedir-nos, não?