sábado, maio 19, 2007

tarzan, not jane

anda praí um site em que um gajo manda uma foto e eles comparam as nossas fuças com as chamadas "celebridades". eu, tolo que sou, lá fui experimentar.

e foi logo com a foto do BI. estava eu já todo inchado porque o primeiro mais parecido era o Heinrich Hertz (como se da aparência pudesse induzir alguma semelhança de intelecto, mas enfim), estava eu todo inchado -- dizia --, vou a ver, os três seguintes era tudo gajas e pró fim ficava um ídolo pop imberbe de uma boysband que não lembra ao diabo. e ainda por cima, não sou nada parecido com o gajo famoso do electromagnetismo, ora porra.

acho que hoje na praça vou inaugurar o tropical com um murro na mesa e ao primeiro penalty de cerveja remato com voz grossa e ar aparvalhado: «dasssse, só veadagem neste bar!?». isto claro, com arrotos à mistura e piropos às meninas a espargir farpas de tremoço para cima da clientela. ah, matcho!

pensando melhor, acho que afinal vou ao académico...

quarta-feira, maio 16, 2007

eu confesso...

...frequento mais este blog que o académico.

terça-feira, maio 01, 2007

For all you party people!


Dia 6 de Maio, das 16h à 1h, na esquina mais animada da Praça da República...

terça-feira, abril 10, 2007

TropicAll SociAll

a ver se atrai mais camones...

sábado, janeiro 20, 2007

Tropical Star

[foto-arte: Tatiana]

terça-feira, novembro 07, 2006

Jurassik park v.6.0

Tal como os dinossauros, que julgavamos extintos, voltaram a dada altura, para mostrar às criancinhas quem é que manda aqui, também o Miguel voltou, a dada altura, mais uma e outra vez, à casa-mater. Cansado do futebol, de uma farda (que nunca percebi bem do que era, mas não era grave), do possível desemprego, ou de um emprego onde não podia mostrar a sua aura...hmmm...infalível (? tá bem assim?), o rapaz voltou discretamente, primeiro atrás do balcão, de mansinho, quase nem se dava por ele....mas substimamos o poder da bolsinha de cabedal à cintura. Como o popeye com os espinafres, o super-pateta com os amendoins e uma outra resma de super-herois com os seus amuletos, eis que salta cá para fora (do balcão) cheio de energia....hmmm...incandescente (e esta? serve?). Para mal dos nossos pecados, e humores.

Cadê João Pedro? em peregrinação a Lourdes ou Compostela? em compromissos familiares? em melhores paragens, seja lá o que isso fôr? Não sabemos e temos medo de perguntar. Especulemos, então!

Ah...tivemos latada, ao qual não faltou o patrocinio indispensável dos copos de plástico. Para quando uma política ambiental sustentável neste café de bairro????

quinta-feira, outubro 12, 2006

feios, porcos e maus







enfim...isto é o que se anda a fazer no tropical....de elevadissimo teor intelectual e finissimo recorte artístico. as crianças divertem-se.

sábado, setembro 02, 2006

Format CBR!

Abaixo segue na integralidade a crónica de Paulo Marques, colaborador do Diário As Beiras [DB]. Face à impossibilidade de localizar o formato digital na página do DB, optei pela transcrição completa (sublinhados meus). O autor poderá reclamar a amputação deste post que a gerência anuirá de pronto. [a contragosto ;-)]

«Esplanadas da boémia criativa

A Praça da República já não é o centro nevrálgico da cidade. Mas ainda é o fulcro da vida académica e cultural. E, já agora, também da boémia, estudantil e não só. Muitos anos a fio fiz da praça a minha segunda casa. Das epopeias de cinema não americano no Gil ao espreitar das garotas no Mandarim já convertido ao betismo. Das correrias à chuva até à esplanada do Moçambique aos jornais com cheiro a graxa de sapatos no quiosque do senhor Machado. Dos intermináveis e negociáveis bónus nos flippers à disputa de táxis ao fim da noite. Das cabinas telefónicas postas a jeito dos discos pedidos na rádio da Carapinheira aos longos e pensativos cigarros em passeio romântico, ou apenas aspirando a intelectual, pelo centro do empedrado mágico.
Mas a praça, para mim, foi sobretudo vivida nos cafés, naquele canto da calçada curva, entre o Piolho e o Tropical. Mais fora do que dentro. Tantas vezes aos encontrões, por entre a turba, desesperadamente procurando uma cadeira.
Aquelas esplanadas contíguas são, como sempre foram, a alma de um espaço ímpar. Ao contrário de outras, resistiram bem ao tempo e à concorrência. Sempre vivas e um tanto caóticas. Um ambiente fantástico. Na cidade, só mesmo algumas noites loucas na Rua da Matemática algum dia se lhe equiparava.
Agora, ouço dizer que a câmara quer disciplinar aquele espaço. Não sei como, se reduzindo as mesas e cadeiras a duas ou três ou se impondo cores, materiais ao mobiliário. Há quem se escandalize pela falta de espaço de passagem, no passeio, por entre as esplanadas. Os mesmos que continuam a autorizar o estacionamento de automóveis ali mesmo à frente, ainda por cima à borla.
Admito que as normas e os regulamentos empurrem as esplanadas para a míngua. Regras que, qualquer dia, hão-de proibir fumar ao ar livre ou obrigar a andar com preservativo à vista, meio saído da algibeira do casaco, como dantes os lencinhos... Mas, tal como no tempo da resistência ao esburacamento para um parque de estacionamento, cá estarei para dizer não ao fim de um território de eleição para a boémia criativa.»

Paulo Marques
Diário As Beiras | 30 Agosto 2006

Só a palavra disciplinar já me arrepia os cabelos (os que ainda não estão arrepiados, claro). Este é provavelmente o pior ataque aos direitos civis desde a erradicação dos tradicionais fogareiros das ruas algarvias! Vá, vamos lá a pôr os lencinhos na cabeça à Rambo e entoar o grito de guerra: «-- Praça ou Muerte!». Chegou a hora da Brigada do Tremoço! «-- Não Praçarão!»

[NOTA: eu não sei do que é que se trata, mas não podia desperdiçar um bom pretexto para trazer emoção a Coimbra!]

quinta-feira, julho 20, 2006

A vida continua



Graças a um tropicaleiro munido de tecnologia --obrigada alexandre, lá por onde andas--temos online um portfolio daquela linda (e quente) tarde de mundial de futebol em que portugal ganhou à inglaterra. Vão-se os aneis e ficam os dedos, neste caso as fotos da alegria. Foi preciso coragem para ir trabalhar nesse dia, hã ron!!!

Mas a vida continua e vamos destilando à espera das férias que alguns nunca terão. como o ar condicionado que o tropical pensará eventualmente em adquirir um dia destes, lá mais para quando as galinhas tiverem dentes.

O tropical não fecha em agosto, por isso já sabem que entre um festival e outro, entre o turno da tarde e o da noite, entre a fotocópia do exame de setembro ou os stresses do trabalho (a meio gás), podem sempre contar com aquele nicola maravilhoso entre o muito queimado e o muito deslavado. que adoramos só às vezes e desculpamos quase sempre.

e porque o no nosso tasco não há só copos, e a vida não é só praça, anunciamos discretamente o lançamento no proximo sábado de um livro de poesia de um dos seus habitués mais antigos. sabemos, ou adivinhamos, que alguns destes poemas foram escritos naquelas mesas. recomenda-se esta fuga à superficialidade do verão.

domingo, julho 02, 2006

«Não Há Concorrências»

Na quarta até malhava numa francesinha, não fora a (comi)dita servida, tão apropriadamente, pelos adversários.

quinta-feira, junho 29, 2006

Mundial no Tropical

No Tropical não chove mas o vento sopra trovas de arrepiar. Ou isso, ou a asfixia de uma lei tabágica. Chegam amigos para fazer calor. Na Alemanha rolam esféricas panças de cervejola e por cá se adensa a turba adepta da TV privada em espaço público.

No Tropical, o plasma chegou antes do autoclismo que há quase um ano não lava o urinol. O cafezito continua assim, diminutivo mas pontual. O Madeira é nosso, ilha maior do arquipélago serviçal.

No entanto, apesar do meu apego à tremoçada e do meu masoquismo evidente de estudar em ambiente de pastelaria, no próximo jogo estarei com o Ricardo no seu novo bar. A vós que sois mais fiéis que eu, já vos vejo a praguejar com os ingleses, enquanto finam cerveja e pastam pizza numa alegre plasmaceira!

segunda-feira, junho 19, 2006

nem ata, nem mata nem desata----desatino

pois é. ninguém poupa esta esta nómada migrante residente espiritual a ter que vir aqui mais vezes do que vai ao dito estabelecimento. Umas notas:

_ Ant Z: salvaste a honra do convento (sadeano) ao postar a novidade plásmica. um grande bem haja para ti; aconselho os restantes convidados a seguirem o exemplo.

novidades:
- o ricardo, eterno sobrinho desta casa, emancipou-se de vez, fez-se um homenzinho, fez-se à estrada, fez-se ao empréstimo e ao empreendimento. Parabéns por ter reaberto (ou ir reabrir, porque segundo sei ainda está em processo) essa antiga casa noturna chamada Dixie, ao Governo Civil, Sé velha.
desejamos por aí a maior das sortes e bem-aventuranças e lá passaremos para beber um copo, que aquilo bombará até às 4.

- em virtude do ponto anterior, mais uma substituição neste plantel. Temos agora um rapaz esticadinho chamado Paulo. Esticado (mas só de altura) e calado. até agora, tirando o inevitável partir de louça, tem-se portado à altura.


- Não, este grupinho não é o pior de aturar que por lá anda....atão e a claque da ternura dos quarenta, hãn???? esses sim é que são uns hooligans!!! :) mas nós gostamos deles e até trocamos uns bitaites. já la andavam antes de nós, que somos meros garotos fraquinhos e bicas pingadas neste arraial.

- Para quem não sabe, e quem não sabe é como quem não vê, o primeiro nome do senhor Madeira é Fernando. andavamos cegos, mas também não vamos agora mudar o esquema das coisas e resvalar para a má educação, porque não fizemos com ele a tropa.

quinta-feira, junho 15, 2006

Temos Plasma!

Uau !!! De fazer inveja a qualquer "AcademicoVoyeur", aí está o belo Plasma no Tropical!!! Parece que já tem uma semana de vida e eu é que ando atrasado, mas pronto... aqui fica a novidade, pelo menos para os que andam lá fora a lutar pela vida.

Já agora, um para o andar de baixo, não?! he he!
Vá lá Ron, chega-te à frente!

sábado, junho 03, 2006

A post eriori I

isto vai ganhar novo alento:

primeiro: já temos mail. podem mandar comentários e fotos para tropicalsocial@gmail.com

segundo: uma nova lista de colaboradores; os convites foram enviados e espero que cumpram os critérios editoriais de, pelo menos, boa educação e algum discernimento; pessoas que passam (agora) mais vezes do que eu no estimado café da praça (embora ainda duvide que passem mais tempo do que eu), e que assim nos podem manter mais animados.

terceiro: vamos pedir o mail ao Ron para ele nos ir avisando de festinhas que queira fazer e para lhe sugerirmos outras que queiramos nós fazer.

quarto: vêm aí novidades.....giras

terça-feira, abril 25, 2006

BSC Procura-se

Alminha generosa precisa-se.
Função: piratear uma banda Sonora

Palavra de honra que a aparelhagem do tropical deve ser muito boa...A porra do CD não risca nem por nada!

segunda-feira, abril 17, 2006

Faroeste revisited

Os tropicais tiveram direito a umas mini-férias...E a uma esplanada(ainda)intacta. Os habituais estugaram o passo até ao café do lado (aproveito para dizer que a música está bem melhor)...e os empregados também. Tudo na "paz do senhor", não fosse a euforia daqueles que resolveram distribuir "amêndoas" e varrer a esplanada do Académico numa procissão de garrafas partidas (algumas na cabeça de outros), gritos e tudo a que uma bela sessão de pancadaria à moda antiga tem direito.
Entretanto deve ter arrefecido...porque a pancada estoirou lá dentro. Cintos, navalhas e tudo e tudo. Tão depressa terminou que o nariz de um dos empregados do tropical não teve tempo de inchar (e muitos lá fora não tiveram tempo de pagar).

Ah...e meia hora depois chegou a polícia...

quinta-feira, abril 13, 2006

Folar tropical

. O sobrinho já não tem a cara num bolo;
. Já se consegue respirar cá dentro;
. Já se consegue estacionar o carro num raio de 500 metros a qualquer hora do dia/noite.

segunda-feira, abril 10, 2006

uma história de violência

vou contar-vos o que vi: vi um fim de semana em coimbra, na praça da república, com relativo bom tempo e as esplanadas cheias, assim a anteceder as ferias escolares. vi também um café cheio, como naturalmente nestes contextos acontece, um café-bar com dois pisos e uma esplanada, sem cadeiras vagas (lotado, portanto). esse café tinha a servir a sua clientela apenas um empregado, que voava andar acima andar abaixo, porta dentro porta fora, a tentar dar conta do recado. e deu. e ainda teve que aguentar e resolver cenas foleiras de cromos da praça, que aparecem nas alturas mais inconvenientes para fazer as cenas mais inconvenientes. e conseguiu, mais morto que vivo, mas conseguiu e, que eu tivesse visto, não partiu nada nem ficou (vim depois a saber) a dever dinheir à casa. a malta portou-te toda muito bem, ninguem reclamou, muitos foram solidariamente ao balcão abastecer-se, sem stresses.

os antecedentes desta história: o ricardo lesionou-se (alias, foi brutalmente lesionado) a jogar futebol - partiu o nariz e anda meio desfigurado- e o joao foi obrigado a pedir ao miguel para fazer a semana. o dito rapaz fez uns dias - daí a confusão do "mas atão?"a lembrar o freddy krueger ou o jason, ou os dinossauros - mas não apareceu precisamente na sexta nem no sábado, dia de maior confusão. está de parabens o heroismo do alexandre, o apoio que a namorada lhe deu ("stand by your man") inclusive a levantar as mesas, e a clientela.
um grande pirete para todos aqueles que amuaram e ficaram queimados desta vez, acho, que para sempre.

sexta-feira, março 24, 2006

primavera

as temperaturas tardam, o sol está timido, mas os polens já andam pelo ar (e o resto também, mas isso anda o ano inteiro, tá visto) e nós por cá já mudamos para a pelagem de verão. falo do novo cabeçalho, obra do nosso gráfico de serviço WoodPecker, que é como quem diz "Pica-o-Madeira". Tudo isto com a autorização do próprio, o original, o Madeira mesmo, resplandecente na sua bandeja e no seu polo às riscas, a sorrir para nós por detrás da bigodaça.
digam lá se não tem categoria?!

há quem diga que o miguel anda a jogar futebol finalmente num clube perto de nós...com o elvis, o JFK e a Marilyn.

segunda-feira, março 20, 2006

the others

pois bem, isto é um entrar e sair de gente que até faz vento. depois do sr fernando e do regresso do ricardo, saiu o miguel de vez (?será?) e entrou o alex, um gaiato que já serviu o tabuleiro do académico há uns tempos. vamos lá ver como é que a coisa corre. se formos a ver bem, este plantel é agradável aos olhos e ao consumo: dinâmicos e eficientes, sem melguices e ainda nos fazem companhia no seguimento da noite...